[O meu carinho está nas vossas mãos]
( Cliquem para ouvir a música sff, não valer ler o texto sem a estar a ouvir )
Quando partir,
Vou sentir a vossa falta.
Quando sairmos daquela porta,
Um pouco do meu coração vai convosco.
Vão tirar uma parte do meu sorriso,
Parte do meu calor,
Parte do meu amor.
Vou sentir a saudade que nunca pensei sentir,
Vou querer voltar a “ter-nos”.
Vou sentir a vossa falta.
Quero os vossos sorrisos
As vossas palavras
Os vossos olhares
Os vossos corações para sempre comigo...
Vão estar sempre comigo
Esteja eu onde estiver.
Vão ocupar para sempre um lugar muito especial no meu coração.
O passado será perfeito e saudoso.
Vamos estar cheias de boas recordações,
De bons momentos, de boas palavras e ambições.
Vamos querer um abraço em conjunto e beijos trocados fervorosamente.
E só depois é que vamos sentir a falta que realmente fazemos umas às outras.
Vou querer voltar a 2006 para ter todo o calor do mundo comigo.
Quero sorrisos cúmplices, corações amigos e olhares intensos de necessidade.
Quero que levem uma parte de mim, a melhor parte.
Vocês são marca registada intrínseca em mim.
...Vocês são o meu sol, o meu sorriso, o meu coração.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Bem perto de mim
"Estou a ir à praia, já não vejo o mar há muito tempo. Ai que saudades do vento que estou a sentir..." - foi isto que lhe disse.
Amo as ondas que desenhas no meu olhar. Fascinam-me o vento que me empurra e a maresia que sinto...A areia que piso arrepia-me!! Ai este turbilhão de sentidos que me inundam e matam a saudade!! Saudades até das gaivotas, deste mar que me viu nascer e crescer, desta água que levou, e guarda as aguarelas da minha memória...
Meu querido mar, são lindas as tuas ondas, é perfeita a visão que estou a ter de ti. É a força das tuas ondas que me trouxe até aqui. São elas que levaram parte de mim, levaram aquilo que gostava de recordar, mas não consigo. Sei que vivi, sinto que estivemos perto, sinto que aquilo que perdi está guardado nas profundezas do teu ser. É a tua imensidão que faz cair as lágrimas que escorrem pelo meu rosto. Lágrimas estas,que saiem da minha alma, a alma que também a ti pertence,que absorve a maresia que soltas. Jamais me quero separar de ti. Quero envolver-me nas tuas ondas para todo o sempre.
Tu, areia, guardas todas as minhas pegadas! Não te esqueças que cada uma é responsável por aquilo que sou hoje. Confio em ti. Sei que estou longe de te merecer, mas de qualquer forma, estás guardada em mim.Guarda-me em ti também.
Vento, és a força da natureza que mais me deixa saudosa. "Sei que sabes que sim." Só te consigo sentir plenamente aqui, neste sítio. Longe daqui não tens a mesma magnitude. Mantenho-me fiel a ti. Não imaginas o prazer que sinto quando me despenteias e me deixas a tremer de frio!! Enches-me de orgulho! Deixas-me completamente feliz! É inexplicável a tua força e a tua grandeza...
A vocês deixo o meu sincero agradecimento pela saudade que sinto. Marcaram a minha vida, o meu Eu! Ainda quero brincar, pular e descobrir tudo aquilo de bom vocês têm para,generosamente, me dar . Não peço mais que boas recordações, e que os sentimentos que nutro por vocês se mantenham. Pretendo continuar a venerar a vossa beleza, a vossa fúria, a vossa rebeldia e a calma do vosso olhar ternurento. Sei que não me vão esquecer. Prometo voltar! Guardo-vos no meu coração. Mais uma vez, obrigada por inspirarem a minha alma e me fazerem desejar um regresso.
#3
Amo as ondas que desenhas no meu olhar. Fascinam-me o vento que me empurra e a maresia que sinto...A areia que piso arrepia-me!! Ai este turbilhão de sentidos que me inundam e matam a saudade!! Saudades até das gaivotas, deste mar que me viu nascer e crescer, desta água que levou, e guarda as aguarelas da minha memória...
Meu querido mar, são lindas as tuas ondas, é perfeita a visão que estou a ter de ti. É a força das tuas ondas que me trouxe até aqui. São elas que levaram parte de mim, levaram aquilo que gostava de recordar, mas não consigo. Sei que vivi, sinto que estivemos perto, sinto que aquilo que perdi está guardado nas profundezas do teu ser. É a tua imensidão que faz cair as lágrimas que escorrem pelo meu rosto. Lágrimas estas,que saiem da minha alma, a alma que também a ti pertence,que absorve a maresia que soltas. Jamais me quero separar de ti. Quero envolver-me nas tuas ondas para todo o sempre.
Tu, areia, guardas todas as minhas pegadas! Não te esqueças que cada uma é responsável por aquilo que sou hoje. Confio em ti. Sei que estou longe de te merecer, mas de qualquer forma, estás guardada em mim.Guarda-me em ti também.
Vento, és a força da natureza que mais me deixa saudosa. "Sei que sabes que sim." Só te consigo sentir plenamente aqui, neste sítio. Longe daqui não tens a mesma magnitude. Mantenho-me fiel a ti. Não imaginas o prazer que sinto quando me despenteias e me deixas a tremer de frio!! Enches-me de orgulho! Deixas-me completamente feliz! É inexplicável a tua força e a tua grandeza...
A vocês deixo o meu sincero agradecimento pela saudade que sinto. Marcaram a minha vida, o meu Eu! Ainda quero brincar, pular e descobrir tudo aquilo de bom vocês têm para,generosamente, me dar . Não peço mais que boas recordações, e que os sentimentos que nutro por vocês se mantenham. Pretendo continuar a venerar a vossa beleza, a vossa fúria, a vossa rebeldia e a calma do vosso olhar ternurento. Sei que não me vão esquecer. Prometo voltar! Guardo-vos no meu coração. Mais uma vez, obrigada por inspirarem a minha alma e me fazerem desejar um regresso.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Saudade (cont.)
Sabes o que tenho retido nos meus pensamentos (ou mente, ou coração)? Aquelas casas todas em madeira, com janelas enormes que nos mostravam o mundo tal como queríamos, aquelas portas pesadas e altas que do lado de lá nos presenteavam sempre com o cheiro caloroso a lareira com um toque especial a aroma familiar. Era bom, fazia-me sonhar e inspirar cada melodia daqueles aromas como se fossem essências.
E o cheiro a alecrim e a alfazema, lembras-te? Ao correr pelos campos, a passear, o cheiro era já intrínseco, escorregava e alojava-se na nossa pele, era algo que já fazia parte do nosso ser. O ar era puro, tal como o nosso amor.
Gostava de acordar contigo a meu lado, os teus olhos e os meus fundiam-se e o aroma amaciava todas as palavras ditas ou meramente pensadas.
A casa da tua mãe era uma alma quente. Sempre que lá entrava sentia-me novamente criança, com um sorriso repleto de amor, paz, ternura e sonhos feitos de nuvens de algodão e um sol aconchegante e reconfortante. Sentia-me bem, sempre me senti. Saboreava cada palavra, cada expressão que a tua mãe fazia. Era tão dócil, tinha uma sabedoria imensa, e sempre que me vinha embora saía com o coração repleto de calor. O chá da tua mãe não fazia só bem a uma simples gripe mas também à alma, regava-a de esperança e cor. “Faz milagres”. E fazia!
Gosto de me sentir criança, com todo o amor do mundo para dar e receber, algo tão frágil. Dizias que gostavas do meu sorriso terno. Pois para além deste tinha mais, pelo que dizias. Conhecias-me até pelos sorrisos, tinhas um significado para cada um, sabias tudo o que se passava por dentro. Conhecias o meu coração. O meu olhar era o detentor dos meus pensamentos e do meu coração, através dele detectavas tudo, adivinhavas o que sentia e pensava, falavas até em telepatia.
Quando queremos, tornamos a vida bela e harmoniosa. Através de sonhos e esperança.
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E o cheiro a alecrim e a alfazema, lembras-te? Ao correr pelos campos, a passear, o cheiro era já intrínseco, escorregava e alojava-se na nossa pele, era algo que já fazia parte do nosso ser. O ar era puro, tal como o nosso amor.
Gostava de acordar contigo a meu lado, os teus olhos e os meus fundiam-se e o aroma amaciava todas as palavras ditas ou meramente pensadas.
A casa da tua mãe era uma alma quente. Sempre que lá entrava sentia-me novamente criança, com um sorriso repleto de amor, paz, ternura e sonhos feitos de nuvens de algodão e um sol aconchegante e reconfortante. Sentia-me bem, sempre me senti. Saboreava cada palavra, cada expressão que a tua mãe fazia. Era tão dócil, tinha uma sabedoria imensa, e sempre que me vinha embora saía com o coração repleto de calor. O chá da tua mãe não fazia só bem a uma simples gripe mas também à alma, regava-a de esperança e cor. “Faz milagres”. E fazia!
Gosto de me sentir criança, com todo o amor do mundo para dar e receber, algo tão frágil. Dizias que gostavas do meu sorriso terno. Pois para além deste tinha mais, pelo que dizias. Conhecias-me até pelos sorrisos, tinhas um significado para cada um, sabias tudo o que se passava por dentro. Conhecias o meu coração. O meu olhar era o detentor dos meus pensamentos e do meu coração, através dele detectavas tudo, adivinhavas o que sentia e pensava, falavas até em telepatia.
Quando queremos, tornamos a vida bela e harmoniosa. Através de sonhos e esperança.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Para ti
Entra comigo nesta viagem…
Sinto-me fraca, sem forças neste corpo que padece de um certo cansaço crónico.A culpa é tua, perdoa-me, mas não te sei mentir.
Custa-me escrever-te o obvio, custa-me não te falar.Custa-me pensar em ti, não é só das tuas palavras que sinto falta,não te apercebes disso?
A tua personalidade atrai-me, o teu corpo também…não consigo ser imune ás tuas distracções.
Perdoa-me mais uma vez…
Leio nos teus lábios o “coiso-te” que tanto me castiga, lês nos meus o “adoro-te” que não consigo camuflar. Como é injusto ser fiel a uma ilusão!
Dou voltas e voltas, anseio o final feliz desta história trágica. Ele não aparece…
Já que não me adoras, contento-me com o “coisas-me”.
Há uma coisa para cada tempo, e um tempo para cada coisa…acho que eu já passei do “teu” tempo.
Gosti, e mais não digo.
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Sinto-me fraca, sem forças neste corpo que padece de um certo cansaço crónico.A culpa é tua, perdoa-me, mas não te sei mentir.
Custa-me escrever-te o obvio, custa-me não te falar.Custa-me pensar em ti, não é só das tuas palavras que sinto falta,não te apercebes disso?
A tua personalidade atrai-me, o teu corpo também…não consigo ser imune ás tuas distracções.
Perdoa-me mais uma vez…
Leio nos teus lábios o “coiso-te” que tanto me castiga, lês nos meus o “adoro-te” que não consigo camuflar. Como é injusto ser fiel a uma ilusão!
Dou voltas e voltas, anseio o final feliz desta história trágica. Ele não aparece…
Já que não me adoras, contento-me com o “coisas-me”.
Há uma coisa para cada tempo, e um tempo para cada coisa…acho que eu já passei do “teu” tempo.
Gosti, e mais não digo.
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